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Para Refletir...

"A obra prossegue com o amparo divino. Nem desânimo, nem pressa, equilíbrio." - Bezerra de Menezes

 
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Estatuto Social
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DA COORDENAÇÃO FINANCEIRO-CONTÁBIL

Art. 22º – A Coordenação Financeiro-Contábil (FIC) é responsável pelo Planejamento, Controle e Organização das atividades de Pessoal, Contabilidade e Tesouraria do GFLM.

§ 1º - São atividades específicas da FIC:

a) supervisionar a programação financeira mensal e anual de todas as Coordenações;

b) realizar o controle financeiro e acompanhar a prestação de contas de todas Coordenações;

c) arrecadar as receitas da Instituição, incluindo-se mensalidades, donativos. legados, rendas ordinárias de campanhas ou promoções, internas ou externas, além dos empreendimentos, depositando-as em estabelecimento (s) bancário (s) escolhido (s);

d) efetivar os pagamentos autorizados pelo Coordenador do CAD preferencialmente em cheques;

e) trazer rigorosamente escriturado o livro-caixa mantendo-o em ordem e em dia;

f) apresentar os balancetes mensais e submetê-los ao CAD;

g) submeter trimestralmente o livro-caixa ao Conselho Fiscal;

h) supervisionar os programas de Promoções e/ ou Empreendimentos analisando a sua viabilidade econômico-financeira apresentando parecer ao CAD;

i) superintender todo serviço de cobrança, tomando as medidas necessárias para que ele se mantenha em ordem e em dia;

j) assinar juntamente com o Coordenador do CAD, os cheques, balancetes, balanços, etc., bem como todo expediente da tesouraria que se fizer necessário;

k) apresentar balanço anual e a demonstração da receita e despesa para serem integrados ao relatório anual do CAD;

l) planejar, organizar e supervisionar a execução das tarefas e dos empreendimentos de sua responsabilidade conforme decisão do CAD;

m) responsabilizar-se pela seleção, admissão, registro e controle de pessoal contratado necessário ao GFLM, em consonância com o Coordenador do CAD.

 

DA COORDENAÇÃO DE AÇÃO DOUTRINÁRIA

Art.23º – A Coordenação de Ação Doutrinária (DID) é responsável pelo estudo, implementação e divulgação da Doutrina Espírita através de Palestras, Cursos, Seminários.

§ 1º - São atividades específicas da DID:

a) manutenção de reuniões públicas para divulgação do Evangelho e da Doutrina Espírita;

b) manutenção de ciclos de estudo sistemático e gradual do Evangelho, da Doutrina Espírita e da Mediunidade;

c) programação e execução de eventos periódicos com vista a reciclar conhecimentos gerais ou específicos através de seminários, simpósios ou cursos;

d) manter em ordem e em dia a biblioteca com vistas ao empréstimo aos freqüentadores e apoio aos cursos diversos;

e) integração com outros GF´s locais, da região e inter-regionais;

f) participação das atividades de unificação do Espiritismo local;

g) responsabilizar-se pela recepção dos visitantes do GFLM em qualquer reunião ou trabalho afeto a esta Coordenação;

h) fazer cumprir as metas doutrinárias estabelecidos no programa de trabalho do CAD

 

DA COORDENAÇÃO DE PROMOÇÃO E ASSISTÊNCIA SOCIAL ESPÍRITA

Art.24º - A Coordenação de Promoção e Assistência Social Espírita (ASE) é responsável pelo amparo ao assistido, buscando conscientiza-lo da sua responsabilidade espiritual e material, incentivando-o ao soerguimento e a realização de novas conquistas;

§ 1º - são atividades específicas da ASE:

a) orientação fraterna as pessoas que demandam o GFLM em busca de auxílio;

b) visitação a enfermos e a outros necessitados, para levar o apoio moral, espiritual e material, evitando gerar dependência e ociosidade nos assistidos;

c) manter equipes de implantação do Culto do Evangelho no Lar;

d) intermediações para o suprimento de recursos materiais a assistidos, tais como a “campanha do quilo” e outras assemelhadas;

e) organização de programas assistenciais,

f) lançamento de campanhas beneficentes locais, observados os dispositivos legais;

g) apoio às campanhas de beneficência lançadas pela OSCAL.

§ 2º - A assistência social espírita deverá ser feita, prioritariamente:

a) dentro das possibilidades e dos recursos humanos e materiais do GFLM;

b) a partir de possíveis núcleos assistenciais, instalados na proximidade ou no local onde residem os assistidos;

c) oferecendo, na medida do possível condições à profissionalização dos assistidos.

§ 3º - A ASE evitará utilizar a sede social do GFLM para promover distribuições de recursos materiais, preferindo faze-lo diretamente nos lares dos assistidos.

§ 4º - O cadastro de ex-assistido do GFLM não será utilizado pela ASE como referencial para a cobrança de contribuições ou participações financeiras em campanhas beneficentes ou outros eventos onerosos.