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Para Refletir...

"A alegria est na luta, na tentativa, no sofrimento envolvido. No na vitria propriamente dita." Mahatma Gandhi

 
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Em 28 de Setembro de 1973 o nosso querido e respeitado Elsio da Rocha Drea, criou essa Instituio de Filantropia Crist, amparado pela luz dos espritos e dos amigos, mas, principalmente, pelo brilho fiel de sua querida esposa Janete e filhos, talvez no imaginassem a amplitude de seu enorme gesto, no que concernem as oportunidades de servios que se abriram como Campo Frtil a permitir a semeadura do trabalho com amor sob as mais diversas formas de expresses.  

Marcando uma etapa profundamente voltada para a assistncia social, Drea, o homem-atitude, era o retrato vivo da caridade imediata, corajosa e desinteressada. Firmou o GFLM-Caridade (1973-a 1976). Mais tarde,  veio o nosso Ricardo Wagner, o homem-humildade, com sua brandura franciscana criando na Bahia a saudosa campanha do quilo. Firmou o GFLM-Humildade (1977). Veio ento o nosso Rubem Prates, o homem-reflexo com sua habitual alegria e esprito aberto a idias e conceitos orientais como a meditao, a qual praticava. Firmou o GFLM-solidariedade (1978). Com gosto acentuado pelas reunies medinicas, o nosso Csar Otoniel, o homem-esperana, foi um assduo freqentador das campanhas de distribuio da sopa, e mantenedor do incentivo s atividades de assistncia social. Reafirmou o GFLM-Caridade(1979)inicia-se com a companheira Eunice Bastos, a mulher-carisma, um perodo de grandes transformaes, baseadas na  afetuosidades , e estmulo s criaturas, na alegria e esprito de comunidade em que lhe so caractersticas marcantes. Firmou o GFLM-Famlia (1980). Com a posso do nosso Luiz Barreto. O homem-exortao, o campo doutrinrio enriquecido pelas suas estimulantes exposies nas quais invariavelmente ouvamos o Vivas a Jesus como grito de amor Iniciou a caracterstica do GLFM-Escola (1981).

Voltando a nossa Eunice Bastos direo, consolida o clima de famlia. Atuando com firmeza e determinao, contando com a inestimvel colaborao dos nossos companheiros Carlos Bernardo Loureiro e Djalma Motta Argollo, tanto na rea doutrinria como na medinica. Reafirmou o GLFM-Famlia (1982-1985). Numa seqncia natural, o grande amigo Djalma Argollo, o homem-saber, assume a coordenao do GFLM, imprimindo-lhes clima renovador de estudos, prticas medinicas de socorro e obsedados, e iniciando o ciclo de seminrios nas datas de aniversrio (1986). Firmou o GLFM Assistncia Medinica (1986-1989). Passando a administrao para Manoel Messias, o homem-dinamismo, que manteve as tarefas em andamento e criou novos campos de trabalho, reorganizando coordenaes, e incentivando o ingresso de novos colaboradores na seara do trabalho-amor, os quais criaram a Semana da Arte, a Semana do Evangelho e o ncleo de artes Elisio Drea. Firmou o GFLM-Organizao (1991-1993). Com muito jbilo para todos volta a nossa  Eunice Bastos, auxiliada pelo fiel Andr Napomuceno, o homem-serenidade, brilhando num trabalho incansvel  para manter a integridade, o respeito e a confiana, nas diversas coordenaes e seus respectivos trabalhadores.Firmou o GFLM-Tolerncia(1994-1995). Nilza Mascarenhas a nossa querida mulher-abnegao (1996-1999).

Tambm nossa mulher-serena e Cativante Margarete Prates faz um brilhante trabalho em nossa casa. (2003-2005) nosso ilustrssimo Marcio Cardoso na sua primeira gesto, vivemos um GFLM amadurecido em vrios aspectos. Sucedido por Clia de Almeida, mulher dinmica que concentrou esforos no departamento de Ao Social. Em 2010 assume a coordenao Josetti Soares promovendo  uma reestruturao no departamento Medinico. Em seguida o nosso querido Fernando Barbalho que com seu carisma atraiu um grande nmero de colaborados para o trabalho da casa. Para o binio 2016/2017, assume a coordenao da casa Nadja Ramos Silva que vem  dando nfase aos cursos. Espritas Instruir-vos. E assim segue o nosso GFLM consolidando seu nome no movimento esprita baiano, atendendo a variada gama de atividades doutrinrias, medinicas e assistenciais com mais de  28 equipes distribudas  de segunda a sbado.

Todas as realizaes, claro, so frutos da colaborao e sacrifcio de inmeros formiguinhas laboriosas e amorveis encarnadas e desencarnadas, a quem esta casa deve muito carinho, respeito e gratido, reafirmando o que dizia Kardec: Trabalho, Solidariedade e Tolerncia.

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