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Para Refletir...

"A incompreenso di. Contudo, oferece-nos excelente oportunidade de compreender. O desespero destri. Diante dele, porm, encontramos ensejo de cultivar a serenidade." - Andr Luiz

 
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O MOVIMENTO ABOLICIONISTA

Momento da assinatura abolioEm todas as outras naes do continente americano, a escravido j havia sido abolida. S ns os brasileiros ainda no havamos arrancado esta pgina negra da nossa histria. Os primeiros passos j haviam sido dados: "A Lei do Ventre Livre e a Lei dos Sexagenrios". D. Pedro II acompanhou com muito agrado as deliberaes de sua filha, na extino gradual do cativeiro, mediante processos pacficos. As equipes espirituais de Ismael contavam com colaboradores devotados no Brasil: Castro Alves, Rio Branco, Lus Gama, Jos do Patrocnio e outros, alm da Princesa Isabel, claro, que viera ao mundo com a sua tarefa definida no trabalho abenoado da abolio.

Foi assim que, sob a influncia dos mentores espirituais da Ptria, no dia 13 de maio de 1888, a Princesa Isabel recebe dos abolicionistas a proposta de lei para a imediata extino do cativeiro no Brasil, a que foi por ela sancionada sem nenhuma hesitao. Estava acabada a escravido na Ptria do Evangelho. Pela grande lio que encerra, merece anexar a este estudo a mensagem psicofnica transmitida em: (XAVIER, Francisco Cndido. s/d. p. 53).

Bem mais tarde, em 13 de maio de 1954, o nosso querido mdium Chico Xavier recebe uma comunicao psicofnica de uma entidade que se identificou apenas com duas letras "J.P.", contando que, numa ocasio em que participou de uma reunio na Cmara de Vereadores, reagiu colrico s propostas abolicionistas apresentadas naquela ocasio. Chegando em casa, veio a saber que o inspirador daquelas propostas foi um seu escravo de nome Ricardo, muito inteligente, culto, falava fluentemente o francs, e que era por ele tratado com muita deferncia, at mesmo com estima. A sua revolta o fez punir cruelmente o escravo. Diz ele na sua mensagem: "Reuni minha gente para as pancadas -triste record-las!- dilaceraram-lhe o dorso nu, sob meus olhos impassveis. O sacrifcio prosseguiu com o esmagamento dos ps e das mos". Falou ento do remorso que o consumia cruelmente, aps o seu desencarne e que lhe doam muito mais do que os aoites que o escravo Ricardo recebeu no seu dorso.

Continuando, ele diz o que lhe aconteceu no mundo espiritual, em meio ao sofrimento que o angustiava. "Em dado momento, ouo uma voz: Meu filho, Com imensa emoo, encontro-me nos braos de Ricardo, nele identificando meu prprio pai. (... ) desprendi-me dos seus braos carinhosos e busquei a sombra a fim de chorar o remorso que meu pai, meu amigo, meu escravo e minha vtima,
no poderia compreender" Percebe-se claramente que Ricardo, o seu antigo escravo, havia sido o seu prprio pai em existncia anterior. Continua ele a sua mensagem: "Aps tantos anos de inquietao, percebi, assombrado, que meus ps e minhas mos estavam retorcidas. (...)"

Nessa mensagem, o nosso irmo comunicante nos fala do seu prximo reencarne e deixa perceber o defeito fsico de que ser portador.

Amigos, eis que nos achamos em 13 de maio de 1954. Para minha alma , a luz no tarda! A luz do renascer.

Encontramos neste depoimento, a explicao para as deformidades de nascena. Geralmente, casos que, por falta de conhecimento, so julgados como crueldade de Deus, nada mais so que consequncias de erros do passado.


A Misso do Brasil como Ptria do Evangelho
Clia Urquiza de S
( luz da obra "Brasil, Corao do Mundo, Ptria do Evangelho",
de autoria de Francisco Cndido Xavier, pelo esprito Humberto de Campos.)

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