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Para Refletir...

"A Terra uma embarcao csmica de vastas propores e no podemos olvidar que o Senhor permanece vigilante no leme." - Emmanuel

 
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Leis Morais

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Vamos dar um rpido passeio pelo Livro Terceiro, de O Livro dos Espritos — As Leis Morais — destacando alguns pontos, comeando pela Lei de Adorao: aprendemos com a Doutrina Esprita a no ter medo de Deus, portanto, nossa adorao no para aplacar a sua ira, mas a submisso consciente e pacfica da criatura ao seu criador, e se o adoramos, porque o amamos. Tambm no o adoramos exteriormente, com pompas e ouropis, mas no corao, no sentimento.

Na lei de destruio aprendemos que ao morrermos, apenas o invlucro material perece. O esprito escapa do casulo e levanta o seu vo para a espiritualidade. Quem poder entender melhor que os espritas as palavras de Paulo de Tarso: "Semeia-se corpo animal e nasce corpo espiritual"?

Na Lei do Trabalho vem a sentena sbia: O limite do trabalho o das foras do homem. Aquele que no pode sustentar-se deve ser cuidado pela sociedade. A falta de trabalho um flagelo. Sim, um flagelo talvez superado somente pelo egosmo da humanidade.

Na Lei de igualdade fica demonstrado que Deus no criou as classes sociais. Todos somos iguais perante Deus, e Kardec eleva a mulher sua verdadeira condio. Homens e mulheres tem os mesmos direitos, mas funes diferentes. Mesmo que para alguns parea modesta as condies das funes, h 145 anos era uma posio avanadssima.

As leis morais profliga o aborto, a eutansia, a escravido, o domnio do homem sobre a mulher e chama a ateno dos pais e educadores para a necessidade da educao moral, formadora do carter e de bons hbitos, e no apenas a instruo.

Mas nos deleitamos com a Lei de Justia, Amor e Caridade, onde os espritos afirmam que o primeiro direito natural do homem, o de viver. Para ns um hino de amor, um grito de alerta, antes mesmo da existncia de entidades que defendem os direitos humanos. O direito de viver compreende a dignidade da vida. O livro afirma que ningum pode atentar contra a vida de outrem. fcil compreender, que no se trata de atentar com uma arma ou com agresso, mas atenta-se contra a vida de outrem, com a m distribuio da renda e dos bens da terra. Com a justia morosa, e as vezes imoral em relao aos fracos e oprimidos.

A Doutrina Esprita viril, corajosa, revolucionria. Ao nosso ver, erram os que pregam uma doutrina de submisso, dizendo que os que sofrem hoje, gozaram e abusaram ontem. esta sociedade injusta e opressora que fabrica as "candelrias" os massacres de presos, as revoltas das FEBEMs, as torturas, s ditaduras, os crimes brbaros.

No pregamos a violncia, mas a coragem de dizer a quem erra, que ele o responsvel pelas conseqncias. A coragem de mostrar a hipocrisia dos que desvirtuam um mandato, outorgado pelo povo, para exerc-lo em favor do povo, e no de si mesmo ou do seu corporativismo.

Cremos que j hora dos espritas aperfeioarem a sua assistncia social, que importante, com mudanas sociais. Viver no pode ser uma concesso dos mais fortes, e sim um direito natural. Fazer aos outros o que queremos que nos seja feito, ainda uma regra de ouro para a humanidade.

 

 

 

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